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O vereador João Gustavo prestigiou o ato público promovido pelo CREMERJ na terça-feira, 30, em defesa do Hospital Municipal Orêncio de Freitas, no Barreto, ameaçado de fechamento por falta de verbas e de recursos humanos. A manifestação tinha como objetivo cobrar do Executivo soluções para o descaso em que se encontra a unidade. João Gustavo, que preside a Comissão de Saúde da Câmara de Niterói, discursou ao lado da presidente do Conselho, Márcia Rosa de Araujo.
Também participaram da manifestação Glauco Barbieri, presidente da Associação Médica Fluminense (AMF); Rafaela Leal, da Associação de Médicos Residentes do Estado do Rio de Janeiro (Amererj); Sebastião Souza, diretor do Sindicato dos Trabalhadores Públicos Federais em Saúde e Previdência Social do Estado do Rio de Janeiro (Sindsprev); os vereadores de Niterói Renatinho (vice-presidente da Comissão de Saúde da Câmara) e Waldeck Carneiro; os deputados estaduais Felipe Peixoto e Enfermeira Rejane; o secretário municipal de saúde de Niterói, Euclides Bueno Neto; representantes da Academia de Medicina do Estado do Rio de Janeiro (Acamerj) e do Sindicato dos Médicos de Niterói, médicos e demais profissionais de saúde do hospital e membros da comunidade.
Depois de explicar à população os motivos do protesto, Márcia Rosa solicitou que todos os médicos presentes erguessem os braços e fizessem novamente o Juramento de Hipócrates.
Referência nacional em cirurgia geral e na formação de médicos nessa especialidade, o Orêncio de Freitas vem registrando queda no volume de atendimento à população. Em 1993, quando foi municipalizado, realizava mais de 60 mil consultas ambulatoriais; no ano passado, foram feitas 7 mil. Dos 82 leitos da unidade, só 30 estão em funcionamento. E pela primeira vez, em 34 anos, o hospital não poderá oferecer vagas de residência médica, prejudicando a formação de novos cirurgiões.
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